segunda-feira, 5 de junho de 2006

Darkness


Cabo Verde pugna por entrar na lista dos Países de Desenvolvimento Médio e no entanto quer fazê-lo sem perder o direito ás ajudas e outras regalias próprias dos países em vias de desenvolvimento.
Pergunto-me se haverá no mundo muitos países de desenvolviemento médio cuja capital passe o fim-de-semana às escuras...E a Electra ainda só está a aquecer.
Para além de tudo o resto o preço da eletricidade e da água aumentou (10% e 20%, respectivamente). Aumento salarial: 3%. Estamos ou não num PDM?

Entretanto, lá fora, o Irão faz ameaças aos EUA relativamente á extração petrolífica no Golfo Pérsico. Claro que o preço do crude aumentou logo.
Tempos negros...

18 comentários:

Anónimo disse...

Foste à defesa da jornalista Margarida Fontes, porque também utilizas sistematicamente expressões racistas, xenófobas e neonazistas, como "tempos negros"

Comandante Alien disse...

sofrendo uma crise de positivismo agudo "se calhar podia imaginar que penso": que é sempre melhor um paìs às escuras que mal iluminado... serà que alguem percebe ?

Kamia aka Chissana Magalhães disse...

Oi Alien, sim penso que perceb o que disseste mas...e se o país para além da estar ás escuras (quando)estiver também mal iluminado?

Anónimo...(risos. Não, gargalhadas mesmo!)Já me fizeste começar o dia bem disposta.Um "xuac" pra ti ***

Pura eu disse...

Esse anónimo está obcecado connosco. Eu até costumo me preocupar com essas coisas, mas acho que o caso dele é outro...de repente não será tão anónimo assim! É só ler as entrelinhas.

Kamia aka Chissana Magalhães disse...

E é também paranóico reparaste? Para ele não se deve utilizar a expressão "negro" de nunhuma forma porque está-se a ser racista! Não é para rir?
Parece que é um "caçador de racistas" obcecado...daqueles que vê racismo em tudo. lembra-me aquele rapaz do filme Colisão.

Anónimo disse...

De facto, não se é tão anónimo assim. A graça está nisso: no manto diáfano da dúvida. Eu não vejo racismo em tudo. Ele existe, independentemente do meu ver. Entretanto, creio ser correcto e pedagógico lembrar às meninas de que a liberdade de um deve esbarrar na liberdade do outro. Por exemplo, não se deve aqui admitir que as louras sejam burras, nem que as brasileiras sejam bundas. O mesmo se poderá dizer à ideia de que os pretos sejam preguiçosos e cheiram mal, ou que os brancos sejam inteligentes e organizados. Não quero incomodar-vos, nem coartar a vossa liberdade de expressão. Apenas fazer um reparo de correcção.

Pura eu disse...

Se dúvidas houvesse! Existem mil formas de se identificar, entretanto... nós somos meninas, de preferência menininhas daquelas que levam puxões pelas orelhas, e o Sr.? Um politicamente correcto... anónimo, porque será?!

Kamia aka Chissana Magalhães disse...

Anónimo, continuo na minha de que você exagera.Acha realmente que as expressões "novela mexicana" e "tempos negros" usadas pela Pura e por mim são expressões racistas e pejorrativas?! equivalentes ás que referiu - sendo que só ao referir-se aos brancos não usou termos ofensivos, quando os racistas costumam usá-los e ilustrariam melhor o que você queria aqui exemplificar...
O que pretende você estar a corrigir?

Do dicionario português: Negro - (em sentido poético)escuridão, trevas.

Anónimo disse...

A emenda é pior do que o soneto. Esses diccionários são o antro do mais absoluto racismo e sexismo. Posso parecer talibânco aos olhos das meninas, mas as minhas intenções são nobres. O eurocentrismo com que falamos não é de todo inocente. Ele é imperialista e reprodutor da velha ordem mundial. As meninas podem fazer melhor, tenho a certeza. E desafio à Pura Eu e à Kâmia a revelarem o enigigma - o Código do Anônimo. Que filme!

Pura eu disse...

Desafiante, o homem! E moralista como ninguém. Aí tem coisa! Não será dos nossos humildes posts! Estejamos atentas Kamia!

Quixote disse...

Caro anónimo,sugeria-lhe que adoptasse uma identidade virtual para que não haja confusão entre os vários anónimos que vêm aqui comentar.É apenas uma sugestão útil, pois tem a liberdade de proceder como entender. Eu, doravante, se cá vier, utilizarei o «nick» «quixote», até que alguém resolva fazer-se passar por mim.
Quanto àquilo que a kamia disse(que sabia quem era o anónimo), recordava-lhe apenas que nem os meios electrónicos que indicam a proviniência servem dalguma coisa, já que, como é o meu caso por razões de economia temporal,as pessoas podem estar a aceder de computadores públicos(cibercafés, empregos,universidades, associações) utilizados por milhares de pessoas. Nem sequer o estilo ou a identidade suposta valem alguma coisa em rede, pois ambos podem ser clonados por malícia, divertimento, ou só pa xatia. Portanto, nem id, ip ou estilo valem; muito menos a adivinhação.
Quanto a mim,só venho comentar aqui,em nome próprio ou assumindo uma persona,questões do crioulo, (porque acho que posso ser dalguma utilidade)com contundência, como já fiz uma vez,sem que isso signifique animosidade à pessoa,e se faço uso duma «persona», é para que o efeito de um nome não se sobreponha à substância daquilo que está em discussão.
Não faço parte de nenhuma confraria do elogio mútuo e fácil;cultivo e aprecio o pensamento divergente, desde que rigoroso e fundamentado.O resto são peanuts para entreter, sem desprimor em relação a quem gosta de peanuts. Concluindo: não foi este «anónimo» que comentou o post da margarida, porque não tem conhecimento nem interesse em tal matéria

Quixote disse...

Não pude ver o texto antes de editá-lo.Se houver algum erro...

Pura eu disse...

Temos, pois, dois anónimos. São diferentes, de facto. O outro é anônimo.

Quixote disse...

Margarida, não há dois anónimos.eu comentei aqui, há mais de um mês,fazendo uso duma persona, coisa diferente do anonimato. Mas não importará mais a substância das questões de quem as veicula?

Pura eu disse...

Quixote, refiro-me ao outro anônimo... o que comentou no meu blog.

Sancho disse...

O Anônimo (com ^), por sugestão do Anónimo (com ´), como bem reparou a Pura, agora adopta o ID de Sancho. Eis o começo do engima: Sancho para se complementar com Quixote. A propósito, Cervantes vos diz alguma coisa?

O espectáculo do Mário Lúcio, nessa nova versão tamboreira, ficou engraçado. Mas o italiano, minhas ausentes, também não estava grande coisa. Repararam na mesa à beira do WC?

Conto com a vossa discreção.

Sancho

Pura eu disse...

De Quixote a Pança, vai o nosso anónimo andante... cada vez mais obcecado. Obcecado a ponto de vigiar duas mulheres (éramos três no restaurante...ficou receoso?) pela noite dentro. E eu que puramente estava a encarar com elegância os surtos semióticos do anónimo anônimo, de repente, não mais que de repente…
Cervantes? Sim, diz-nos muita coisa… ao contrário de si, garanto.
À beira do WC pareceu-me ter visto um senhor de cabelos brancos à la Sancho Pança. Será!
Vale.

Kamia aka Chissana Magalhães disse...

Eu confesso que enquanto aguardava pela Pura esqueci-me completamente do anónimo e nem depois quando ela me lemboru o proposito do encontro fiquei curiosa. primeiro porque não acreditei que ele aparecesse e segundo porque se realmente apareceu fez exactamente o que eu disse: "escondeu-se atrás dos arbustos" a espreitar!Ou seja, é um covarde ainda por cima voyer! Não me apetece conhecer gente desta mesmo que leia (?) Cervantes. :P (isso é uma lingua infantilmente de fora!)